quarta-feira, 26 de maio de 2010

Muricy conversando com o Deus (Humor)


Era o início da década de 90, quando se deu este interessante episódio :

Abel Braga marca uma reunião com Deus.

Chegando lá, ele pergunta:

- Senhor Deus, eu gostaria de saber se eu serei campeão da Libertadores ?

Deus consulta seu livro - flap, flap flap (páginas do livro de Deus)

- e diz:

- Sim, você será campeão da Libertadores em 2006 com o Internacional, na gestão do presidente Fernando Carvalho


Paulo Autuori, curioso, também marca uma reunião com Deus:

- Senhor Deus, eu também serei campeão da Libertadores ?

Deus consulta seu livro - flap, flap, flap, flap, - e diz:

- Será sim, você será campeão da Libertadores duas vezes, uma vez no Cruzeiro na gestão de Zezé Perrela e uma no São Paulo na gestão de Marcelo Portugal Gouvêa


Muricy Ramalho também marca a tal reunião com Deus (mais facil ele sentar no colo do capeta).

- E eu serei campeão da Libertadores?

Deus consulta seu livro e ... - flap, flap, flap, flap, flap, flap,

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Juvenal Juvêncio que acompanhava de perto, já extremamente irritado, pegou o livro das mãos do todo poderoso e continuou ...

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- Não achei. Peraí que vou consultar em outros planetas - e tome

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flap, flap, flap, flap, flap, flap, flap, flap, flap, flap, flap, E Deus finaliza... - Será sim Muricy, você será campeão da Libertadores, mas não na MINHA GESTÃO!!


Fonte: desciclopédia

terça-feira, 18 de maio de 2010

Scooby e Salsicha maconheiros?

Será verdade? Pode ser que não, mas tudo leva a crer que sim. Leia abaixo o que se encontra na net sobre o caso.


"Uma das lendas sobre o desenho Scooby-Doo é que Salsicha, o melhor amigo de Scooby, seria adepto ao uso da maconha. Ao longo desta publicação, iremos levantar fatos e hipóteses sobre a teoria sobre esta polêmica.

O personagem Salsicha Rogers, cujo nome verdadeiro é Norville, não gosta de ser chamado por seu nome, daí o apelido “Salsicha”. O sujeito de aparência desleixada – em inglês, seu nome “Shaggy” significa “arrepiado” – é caracterizado por ser bastante magro e estar com o cavanhaque sempre por fazer.

Assim como seu cão, Salsicha é um rapaz covarde, medroso, que vive faminto e cria fantasias em diversas ocasiões. Neste caso, focamos para a fome e as fantasias, efeitos colaterais causados após o uso de Cannabis sativa.

Outros aspectos importantes são as calças “boca de sino” do personagem e o furgão psicodélico. Além disso, Salsicha e Scooby, durante as viagens, estão sempre na parte de trás da van, onde não se pode ver o que estão fazendo.

A fim de explorar a lenda do Salsicha maconheiro, James Gunn, diretor do filme de Scooby-Doo, inseriu uma cena – logo no início do filme – em que o furgão da turma, conhecido como “A Máquina do Tempo” exala uma fumaça estranha, ao som de um reggae. Ao se aproximar a câmera registra um… churrasco?!

Em outra ocasião, Salsicha diz a uma moça chamada Mary Jane que o nome dele é o seu favorito. Logo, “Mary Jane” é um dos nomes utilizados para se referir à maconha nos Estados Unidos, tratando-se de uma derivação do termo em espanhol, “marijuana“.

Que tal um lanchinho, Scooby?” é um dos bordões de Salsicha, o mais velho da turma – como pode-se constatar através de Scooby-Doo 3. A seguir, está uma lista com alguns dos principais argumentos por parte daqueles que acreditam que o personagem faz uso de drogas.

1. O desenho estreou em 1969, ano de contestações da contra-cultura americana;
2. Salsicha é um hippie dos anos 60 e vive com uma comunidade alternativa;
3. No desenho original, apenas Salsicha ouve o que Scooby fala;
4. A dupla está sempre rindo à toa;
5. Scooby e Salsicha sempre se assustam com monstros que apenas eles vêem;
6. Os dois personagens vivem com fome, um dos efeitos do uso da maconha;
7. Scooby e Salsicha sempre se distraem e caem na armadilha para o monstro;
8. Ambos sempre são iludidos a ponto de se vestirem de isca para os monstros;
9. Scooby e Salsicha sempre têm alucinações e pensamentos fantasiosos.

O vídeo abaixo trata-se de uma análise realizada em 1996, pela UCSD sobre o suposto envolvimento de Salsicha de Scooby com drogas – e, talvez, zoofilia, conhecida também como bestialidade. (Obs: áudio em inglês)

Todas as afirmações anteriores são apenas especulações, já que os criadores do desenho, William Hanna e Joseph Barbera (Hanna-Barbera) negam as relações."


Fonte:www.dormiu.com.br

terça-feira, 2 de fevereiro de 2010

À Sua imagem e semelhança - Reflexão


Bom dia meus amigos,
essa é mais uma mensagem, cortesia da paulinas online, que achei interessante postar para vocês.
Obs.: quem quiser ler do site, na íntegra o endereço é esse:
http://www.paulinas.org.br/diafeliz/mensagem.aspx?Data=2/2/2010

À Sua imagem e semelhança (2)
Pe. Zezinho, scj

ORANDO
Mais Miguel, o que defende os direitos de Deus;
menos serpente venenosa que, diabólica, ensina afrontar Deus.
Mais anjo bom do que anjo mau,
mais submisso do que rebelde: é o que espero que meu coração consiga ser.
Educa meu ser rebelde, Senhor!
Faz meu coração semelhante ao de Jesus. Igual, jamais será, mas espero que ele lembre Jesus.
É o que te peço nesta prece de filho...
bilhões de outros, existe um pequeno eu que sou eu. Fora de mim, todo mundo é outro. Por isso, não é o mundo, nem meu grupo, nem minha Igreja que precisam se ajustar aos meus sonhos, ideais e caprichos, e sim eu que preciso cantar minha canção em sintonia com todos. Enquanto não aprendermos a usar mais a palavra NÓS do que a palavra EU, estaremos longe da idéia da Criação. Deus não criou o mundo por causa de mim. Criou-me por causa dele e do mundo!
A maioria dos católicos costuma escrever as palavras Deus e Criação com D e C maiúsculos toda vez que expressam a sua fé em Deus. Quando nos referimos à sua obra colocamos o que Ele fez em maiúsculo. É para distinguir das criações humanas que são quase nada diante da Criação que Deus operou. Há que haver o respeito pela obra Dele se queremos que respeitem a nossa!
Toda vez que eu digo que Deus me criou, de certa forma estou me apossando do meu lugar na Criação. É bom, é salutar, é bonito que todo indivíduo possa usar essa expressão: "Fui criado. Estou sendo criado por Deus". Mas se a pessoa ficar só nisso, perderá de vista o objetivo da Criação. Deus não me pôs sozinho neste planeta.
Não me criou isolado numa ilha, distante de tudo e de todos: criou-me com os outros e para os outros. Por isso, toda vez que qualquer um de nós falar da Criação, precisa tomar muito cuidado com essas palavras - "EU" e "ME". Toda vez que falar de Deus, precisa moderar no uso da palavra EU. Eu e Jesus, eu e Deus, Deus me..., Jesus me... Podem se tornar uma faca de dois gumes. De tanto usar a primeira pessoa esquecemos porque Ele criou os outros. Desenvolvemos uma mística religiosa egoísta e fechada onde nos sentimos eleitos e escolhidos acima dos outros; onde o outro, coitado, ainda não chegou aonde chegamos; onde tudo só tem sentido se passar pela nossa experiência pessoal. A experiência do outro passa a valer menos do que a nossa. Por mais linda que seja a poesia, a canção e a oração do outro, não nos interessam. Só vale o que nosso grupo produziu. Falamos que é sintonia, mas na verdade é presunção de eleito. Nada pode ser bom se não passar pelo crivo do "eu e meu Deus". O que Deus fez pelos outros fica menos interessante do que o que Ele fez por mim e pelos meus amigos. Podemos até de vez em quando dizer isso, mas não podemos ficar nisso.
Logo a seguir tem que vir, "Criou-nos, amou-nos, escolheu-nos, chamou-nos". Criou-me no meio dos outros, com os outros e para os outros. A razão fundamental da nossa existência, não somos nós mesmos: é o outro. Viemos de um outro, unimos nosso ser ao de um outro ou uma outra. Se quisermos geraremos outros e voltaremos para o grande Outro que é Deus.
É porque dois outros, que são nosso pai e nossa mãe, se amaram que nós nascemos. Vivemos com nossos irmãos, que são outros; com amigos na escola, no trabalho, que são outros. Passamos na rua a todo momento cruzando pelo outro. No comércio servimos o outro; na indústria fabricamos para o outro; na estrada dirigimos perto do outro ou cruzamos com o outro... Nossa vida é cheia de outros e não teria nenhum sentido sair vida afora dizendo: "Eu sou, Deus me criou, Deus me fez". Seria "eu" demais onde o coletivo é que faz sentido!
Eu por eu, Deus poderia ter ficado sem criar. Se criou, é porque apostou em relacionamentos. "Me" e "eu" só são palavras bonitas quando ligadas à palavra "nós" e à palavra "outro". A razão de eu existir é o outro. Deus é um outro, meu pai é um outro, minha mãe é um outro ser. A razão de eu querer continuar vivo são os outros: uma pessoa que eu amo, um filho, um amigo, a namorada, o namorado, a mulher, o marido, os avós, nossa igreja...
O outro é o que dá sentido à minha vida. Pode também ser a causa da minha desgraça. Vou ter que saber conviver com essa pessoa. Se errei, ferindo-a, vou ter que saber pedir perdão. Se acertei, vou ter que saber passar isso a ela, para que amanhã essa mesma pessoa faça a mesma coisa que estou fazendo. Estamos irremediavelmente ligados a um outro. Não há como viver sem o outro. Por isso, o Deus que nos criou, criou-nos uns para os outros.
Oremos para entender essas coisas...

terça-feira, 26 de janeiro de 2010

Oceanos são feitos de gotas d'água...(reflita)


Bom dia pessoal,
Depois de mais de 2 meses sem publicar nada (o.0), hoje apresento-vos uma nova msg que encontrei na internet, cortesia da paulinas online.

Oceanos são feitos de gotas d'água...

Para ser ouvido, fale.
Para ser compreendido, exponha claramente as suas idéias sem jamais abrir mão daquelas que julga fundamentais apenas para que os outros o aceitem.

Acima de tudo, busque o prazer antes do sucesso, a auto-realização antes do dinheiro, fazer bem feito antes de pensar em obter qualquer recompensa.

Nenhum reconhecimento externo vai substituir a alegria de poder ser você mesmo: "status" é comprar coisas que você não quer com o dinheiro que você não tem a fim de mostrar para gente que você não gosta uma pessoa que você não é.

Nada tem graça se não for bom para o seu corpo, leve para o seu espírito e agradável para o seu coração.
Para conseguir, tente sem pensar que o êxito virá logo da primeira vez.

Cuide de ter saúde, energia, paciência e determinação para continuar tentando quantas vezes forem necessárias.

Mas ao perceber que já fez tudo o que pôdeou até mesmo um pouco além mude de alvo para não se tornar, em vez de um vitorioso, apenas mais um teimoso.

Para poder recomeçar sempre, perdoe-se pelos fracassos e erros que cometer, aprenda com eles e, a partir deles, programe suas próximas ações.

Nunca se deixe iludir que será possível fazer tudo num dia só ou quando tiver todos os recursos: tal dia nunca virá.

Para manter-se motivado, sonhe.
Para realizar, planeje, pensando grande e fazendo pequeno, um pouco a cada dia e todos os dias um pouco, porque são pequenas gotas d'água que fazem todo grande oceano.

Fonte: www.paulinas.org.br

sábado, 21 de novembro de 2009

Especial Sexta-feira 13 - Parte 2 (Humor)


Depois da última postagem, aqui vão as dicas para sobreviver ao Jason

0) Não caminhe sozinho à noite. Nem entre numa floresta escura e estranha.

0,5) Nunca acampe em florestas à noite! Acampou?! Se fodeu!!

1) Não seja um figurante nos filmes do Jason. Se for, já era.

2) Se você ver o Jason, não corra. Se você correr, Jason ira caminhar. Se ele caminhar, ele vai te alcançar e te matar. Quando ver ele, caminhe normalmente, ele irá ficar confuso e vai correr, sendo assim, você irá alcançá-lo e matá-lo!

3) Não entre numa casa/barracão/galpão abandonado, não se esconda lá, nem pense em ficar dentro do armário. Jason tem as plantas de qualquer lugar do mundo na cabeça, sabe exatamente os melhores lugares para se esconder.

4)Sozinha numa casa, não tome banho, nem entre no banheiro. Tomou banho, morreu.

5) Se você, mocinha, entrou no chuveiro, e está mostrando os peitinhos... garantiu sua morte. Pelo menos, faça cara de safada pra câmera.

6) Pelamordedeus, NÃO TRANSE. A tentação é grande, você sozinho numa casa cheia de gatas gostosas querendo transar é complicado. Mas se você transar, Blosh, slec, bleeergh.

7) Se um amigo sumiu, não vá atras dele sozinho, aliás, nem vá atrás, se mande! Provavelmente, ele já deve estar morto, e você ainda pode fugir.

8) Quando você conseguir derrubar o Jason, pegue um facão e arranque a cabeça, braços,pernas dele. Não saia correndo feito uma gazela emo, pedindo ajuda. Se fizer isso, você vai morrer mesmo (e bem merecido).

9) Quando você ver um amigo seu estraçalhado, neste momento abaixe a cabeça, ou siga a dica 2. Pois é nesta hora que Jason vai passar o facão.

10) Jason mata nesta ordem:

1- Gays
2- Funkeiros
3- Pagodeiros
4- Emos
5- Indies
6- Gays

(...)

694- Gays
695- Quem pensa em fazer sexo
696- Quem fez sexo
697- Quem vai fazer sexo
698- Quem tá fazendo sexo
699- Maconheiros
700- Norte Americanos
701- Adolescentes
702- Jovens em busca de aventuras sexuais
704- Pervertidos sexuais
703- Banhistas de lagos desertos
704- Desbravadores em florestas
705- Seu vizinho

13.252- Gays
13.253- Nerds
13.254- As morenas gostosas
13.255- As feias
13.256- As loiras peitudas
13.257- Você (se não for nenhuma das anteriores)
13.258- Gays

Já mencionei Gays?

Então respeite a ordem, cuide bem a lista. Se um emo ainda estiver vivo, a dica 6 ainda não vale, e você pode comer as gostosas peitudas, porque Jason tem emos como prioridade máxima. Se acabar o último emo, fuja para bem longe.

11) Se estiver na série Dragon Ball Z e o Jason estiver por perto, procure urgentemente o Goku para acabar com essa ameaça, a não ser que ele estiver mortalmente ferido em uma luta sangrenta, é melhor chamar o coveiro. Ou esperar um inútil desejar que você ressuscite ao Shen Long, mas se esse inútil for o Oolong, ai você ta fodido!

12) Se você encontrar o Ryu implore pra ele te ensinar o HADUUUUUKENNNNN! Assim você vai derrubar o Jason e enquanto ele fica vendo aquelas estrelinhas, aproveite para fugir mais um pouco.

13) Essa não tem falha, se o Jason estiver chegando se mate! Como é que ele vai te matar se você já estiver morto? O.O

Fonte: Desciclopédia

Especial Sexta-feira 13 - Parte 1 (Humor)

Essa é pra galera fã do terror clássico como sexta-feira 13, brinquedo assassino e outras porcarias dos anos 80 e 90. E quem melhor para citarmos do que Jason, o inigualável, o único conseguia matar andando as vítimas que fugiam correndo. o.0

50 Coisas que aprendemos com sexta feira 13

1 - Não importa o quanto (ou como) você bata nele, Jason nunca morre. Nunca.

2 - Adolescentes norte americanos dos anos 80 só pensam em sexo.

3 - Quer dizer: também pensam em fumar maconha. Mas depois de pensar em sexo.

4 - Nadar pelado é normal.

5 - Nadar sozinho(a) a noite não é perigoso. Ainda mais se você estiver pelado(a).

6 - Crianças não morrem, afinal, Jason é só uma criança carente e incompreendida.(alias a unica diferensa é que ele tem um facão super afiado)

7 - Cachorros não morrem. Jason é protetor dos animais.

8 - Fez sexo, morre.

9 - Mostrou os seios, morre.

10 - Mostrou os seios e fez sexo, morre duas vezes.

11 - É negro, morre.

12 - É gordo, morre.

13 - É “maloqueiro”, morre

14 - É bobo, morre.

15 - É caipira, sempre morre.

16 - Está vivo, morre.

17 - Não é o Jason, morre.

18 - No fim das contas, todos morrem. Menos o Jason, que você sabe que vai reviver.

19 - Um caçador de ursos sai pra se defender com um facão? Claro! Pra que levar uma arma, se é mais legal se defender com uma faca?

20 - Correr nem sempre é a melhor opção. Ficar parado contra a parede gritando “No, no, NO!” vai salvar sua vida.

21 - Com Jason não tem sistema de cotas. Mata negro, índio, branco, judeu, cristão, budista e até deficiente.

22 - Nunca ande em grupo. Sair sozinho e desarmado é a melhor maneira de não ser morto por um serial killer.

23 - Deu vontade de mijar? Pra que usar um matinho do lado? Entrar na floresta te traz privacidade.

24 - Se você sobreviveu a um filme, não se preocupe! Sua ponta está garantida no próximo.

25 - E a sua morte nas primeiras cenas do filme também…

26 - Espere o filme até o fim. Jason aparece de novo antes dos créditos.

27 - Mesmo depois de ver seus 23128736 amigos mortos, você ainda crê que uma panelada vai acabar com Jason.

28 - Vários homens conseguem ser mortos por uma senhora de idade.

29 - Não importa o quão forte/esperto você seja. Jason sempre vence.

30 - Jason sabe se teletransportar.

31 - O filme “Jason vai para o Inferno” era pra ser o último da franquia, mas o Diabo ficou com medo e mandou ele de volta.

32 - “Freddy versus Jason” é um filme de ficção que tenta mostrar a falta que Jason faz para o mundo.

33 - Depois de Jason “morrer”, é regra que apenas o enterre. Arrancar em pedaços e queimar não é cogitado.

34 - As vítimas dos Sexta Feira 13 são como atores de Malhação. Tiozinhos de 30 anos se passando por adolescentes.

35 - Muitos homens tentaram, mas os que chegaram mais perto de matar Jason foram garotos de 12 anos.

36 - Se dependesse de Jason não haveria adolescentes no mundo.

37 - O que poucos sabem é que Jason virou um revoltado da vida, após ter sido abusado por Michael Jackson. (Michael Jackson viu que Jason não tinha aptidão para a pederastia e o jogou no lago)

38 - Chucky era o bonequinho que Jason ganhou quando era bebê.

39 - Jason odeia tomar banho, por isso mata todos que estão no chuveiro.

40 - O sonho de Jason era estar em resident evil.

41 - E se você sobreviveu ao Jason, vai ficar louco/paranóico. E depois morrer.

42 - Jason deveria visitar o Nordeste. Quase sempre chove quando ele está por perto.

43 - Se um serial killer está a solta, deixe seu irmãozinho trancado em casa. Leve o cachorro e as armas também. Melhor uma criança sozinha em casa do que acompanhado e em segurança.

44 - Seu carro nunca vai funcionar quando você precisa.

45 - Aliás, Jason é imune a Murphy. Tudo dará errado para você, em favor de Jason.

46 - Sempre tem um diretor querendo reviver Jason, não importa se for com um raio no cemitério ou com um descongelamento de 500 anos.

47 - O personagem principal nunca é quem parece ser. E ele vai morrer.

48 - Policiais não sabem usar armas.

49 - E é provável que eles nem tenham armas…

50 - E não esqueça: Ele não está morto. Esta apenas de férias para o próximo filme.

Fonte: Desclopédia

Comentem.

=]

domingo, 25 de outubro de 2009

Lanternas de Papel ( Para refletir) =D


Boa noite, a todos =]

Hoje fui a igreja, como sempre (domingo é dia santo =D) e o padre contou uma estória interessante. Seja qual for sua religião, ou mesmo se o leitor seja agnóstico, a estória tem um sentido bem interessante. Quando cheguei em casa, descobri que um bispo do estado do Macapá havia postado essa mesma estória na internet, e aproveitei para colocá-la no blog, afinal de contas, Há tanta coisa ruim na internet, por que não contribuir com algo bom? =]

Em tempos antigos, no Japão, usavam-se lanternas de papel e de bambu com uma vela dentro. Também não havia iluminação pelas ruas. Uma noite, um cego foi visitar seu amigo. Ao despedir-se dele, o amigo ofereceu-lhe uma lanterna para poder voltar em segurança à sua casa.

– Eu não preciso de lanterna – disse o cego – escuridão ou luz, para mim é tudo a mesma coisa .

– Eu sei que o senhor não precisa de lanterna para encontrar o caminho da sua casa – retrucou o outro – porém, se não tiver nenhuma luz, alguém pode atropelá-lo. Portanto deve levar, sim, a lanterna.

O cego foi embora com a lanterna. Após alguns passos, chocou-se violentamente com outra pessoa.

– Olhe para onde anda – reclamou o cego – não viu a lanterna?

- A sua vela está apagada – respondeu o desconhecido e foi embora.

O cego do evangelho deste domingo tem um nome, chama-se Bartimeu. Significa que ficou conhecido pela coragem de gritar, pela fé e a cura que recebeu de Jesus. Talvez fez algo mais, seguindo o Mestre no caminho. Também não pode ser por acaso que o evangelista Marcos tenha colocado os anúncios da morte e da ressurreição do Senhor entre a cura de dois cegos, o de Betsaida e o de Jericó. Eles são curados e começam a enxergar claramente.

Os apóstolos, ao contrário, continuavam cegos porque não entendiam nada. Não aceitavam que Jesus pudesse ser perseguido e morto; e não compreendiam o que queria dizer ressuscitar dos mortos. Cego é justamente alguém que não vê. Também o que não entende nada, ou quase, é como se fosse cego, falta-lhe a luz da compreensão. Contudo Jesus está disposto a ajudar. Pode abrir os olhos, a cabeça e o coração a quem, da beira dos caminhos da vida, pede-lhe socorro, a quem grita por luz.

É evidente também que no escuro, na falta de luz, somos todos cegos, só avançamos tateando. Por isso cegueira e luz andam juntas nos evangelhos. Uma situação chama a outra. Para poder seguir Jesus de verdade no caminho da cruz, do sofrimento e da morte, precisa ter a luz da fé, sem ela tudo aquilo continua absurdo, incompreensível, uma noite total.

Diante disso precisamos nos perguntar: como está a luz da nossa fé? Seria bom conferir se a vela acesa que recebemos no nosso Batismo, talvez recém-nascidos, ainda está nos servindo na idade adulta. Pela vida que tantos batizados conduzem é o caso de nos perguntarmos onde foi parar a luz fé. Não aparece mais nas pequenas decisões e menos ainda nas grandes. Os faróis da vida são outros. O clarão do dinheiro, do prestigio, do comodismo e do sucesso nos cegou. Essas são as únicas coisas que enxergamos. O resto é pura escuridão. Raramente temos tempo para rezar, agradecer a Deus, ir à Igreja, visitar os pobres e os sofredores. O caminho da vida também vai no sentido contrário: deveria servir para chegar mais perto de Deus e dos irmãos, no entanto pode ser que esteja nos conduzindo ca da vez mais longe deles. Estamos ficando cegos e com a vela da fé, que recebemos em dom, apagada, como o homem da historinha. Pensamos estar seguros, conhecer bem o caminho. Só acordamos se alguém, ou as circunstâncias da vida, nos atropelam. E não adianta reclamar, estamos na escuridão completa, deveríamos carregar uma luz, porém a deixamos apagar.

Que bom se muitos tivessem mais coragem e nos gritassem: “Meu irmão, minha irmã a tua vela está apagada!” Talvez os nossos olhos se abririam, então começaríamos a enxergar a nossa pobre condição humana, as nossas fraquezas e pecados, começaríamos a gritar como o cego Bartimeu para que Jesus tivesse piedade de nós. Infelizmente estamos tão cheios de orgulho que nos custa admitir que deixamos apagar a fé em nós.

Um detalhe, o homem da história, que deu de encontro ao cego na escuridão, pelo jeito também andava sem lanterna ou com a vela apagada. Nenhum dos dois tinha luz. Se ao menos um deles tivesse um pouquinho de luz, não só os dois não teriam se chocado, como o que tinha “o fogo” teria podido transmiti-lo ao outro. Quem perde a fé, arrasta sempre outros para a escuridão. Vamos sair dessa. Coragem! Levantemos! Jesus continua a nos chamar.

Dom Pedro José Conti

Bispo de Macapá