quarta-feira, 26 de maio de 2010

Muricy conversando com o Deus (Humor)


Era o início da década de 90, quando se deu este interessante episódio :

Abel Braga marca uma reunião com Deus.

Chegando lá, ele pergunta:

- Senhor Deus, eu gostaria de saber se eu serei campeão da Libertadores ?

Deus consulta seu livro - flap, flap flap (páginas do livro de Deus)

- e diz:

- Sim, você será campeão da Libertadores em 2006 com o Internacional, na gestão do presidente Fernando Carvalho


Paulo Autuori, curioso, também marca uma reunião com Deus:

- Senhor Deus, eu também serei campeão da Libertadores ?

Deus consulta seu livro - flap, flap, flap, flap, - e diz:

- Será sim, você será campeão da Libertadores duas vezes, uma vez no Cruzeiro na gestão de Zezé Perrela e uma no São Paulo na gestão de Marcelo Portugal Gouvêa


Muricy Ramalho também marca a tal reunião com Deus (mais facil ele sentar no colo do capeta).

- E eu serei campeão da Libertadores?

Deus consulta seu livro e ... - flap, flap, flap, flap, flap, flap,

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Juvenal Juvêncio que acompanhava de perto, já extremamente irritado, pegou o livro das mãos do todo poderoso e continuou ...

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- Não achei. Peraí que vou consultar em outros planetas - e tome

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flap, flap, flap, flap, flap, flap, flap, flap, flap, flap, flap, E Deus finaliza... - Será sim Muricy, você será campeão da Libertadores, mas não na MINHA GESTÃO!!


Fonte: desciclopédia

terça-feira, 18 de maio de 2010

Scooby e Salsicha maconheiros?

Será verdade? Pode ser que não, mas tudo leva a crer que sim. Leia abaixo o que se encontra na net sobre o caso.


"Uma das lendas sobre o desenho Scooby-Doo é que Salsicha, o melhor amigo de Scooby, seria adepto ao uso da maconha. Ao longo desta publicação, iremos levantar fatos e hipóteses sobre a teoria sobre esta polêmica.

O personagem Salsicha Rogers, cujo nome verdadeiro é Norville, não gosta de ser chamado por seu nome, daí o apelido “Salsicha”. O sujeito de aparência desleixada – em inglês, seu nome “Shaggy” significa “arrepiado” – é caracterizado por ser bastante magro e estar com o cavanhaque sempre por fazer.

Assim como seu cão, Salsicha é um rapaz covarde, medroso, que vive faminto e cria fantasias em diversas ocasiões. Neste caso, focamos para a fome e as fantasias, efeitos colaterais causados após o uso de Cannabis sativa.

Outros aspectos importantes são as calças “boca de sino” do personagem e o furgão psicodélico. Além disso, Salsicha e Scooby, durante as viagens, estão sempre na parte de trás da van, onde não se pode ver o que estão fazendo.

A fim de explorar a lenda do Salsicha maconheiro, James Gunn, diretor do filme de Scooby-Doo, inseriu uma cena – logo no início do filme – em que o furgão da turma, conhecido como “A Máquina do Tempo” exala uma fumaça estranha, ao som de um reggae. Ao se aproximar a câmera registra um… churrasco?!

Em outra ocasião, Salsicha diz a uma moça chamada Mary Jane que o nome dele é o seu favorito. Logo, “Mary Jane” é um dos nomes utilizados para se referir à maconha nos Estados Unidos, tratando-se de uma derivação do termo em espanhol, “marijuana“.

Que tal um lanchinho, Scooby?” é um dos bordões de Salsicha, o mais velho da turma – como pode-se constatar através de Scooby-Doo 3. A seguir, está uma lista com alguns dos principais argumentos por parte daqueles que acreditam que o personagem faz uso de drogas.

1. O desenho estreou em 1969, ano de contestações da contra-cultura americana;
2. Salsicha é um hippie dos anos 60 e vive com uma comunidade alternativa;
3. No desenho original, apenas Salsicha ouve o que Scooby fala;
4. A dupla está sempre rindo à toa;
5. Scooby e Salsicha sempre se assustam com monstros que apenas eles vêem;
6. Os dois personagens vivem com fome, um dos efeitos do uso da maconha;
7. Scooby e Salsicha sempre se distraem e caem na armadilha para o monstro;
8. Ambos sempre são iludidos a ponto de se vestirem de isca para os monstros;
9. Scooby e Salsicha sempre têm alucinações e pensamentos fantasiosos.

O vídeo abaixo trata-se de uma análise realizada em 1996, pela UCSD sobre o suposto envolvimento de Salsicha de Scooby com drogas – e, talvez, zoofilia, conhecida também como bestialidade. (Obs: áudio em inglês)

Todas as afirmações anteriores são apenas especulações, já que os criadores do desenho, William Hanna e Joseph Barbera (Hanna-Barbera) negam as relações."


Fonte:www.dormiu.com.br

terça-feira, 2 de fevereiro de 2010

À Sua imagem e semelhança - Reflexão


Bom dia meus amigos,
essa é mais uma mensagem, cortesia da paulinas online, que achei interessante postar para vocês.
Obs.: quem quiser ler do site, na íntegra o endereço é esse:
http://www.paulinas.org.br/diafeliz/mensagem.aspx?Data=2/2/2010

À Sua imagem e semelhança (2)
Pe. Zezinho, scj

ORANDO
Mais Miguel, o que defende os direitos de Deus;
menos serpente venenosa que, diabólica, ensina afrontar Deus.
Mais anjo bom do que anjo mau,
mais submisso do que rebelde: é o que espero que meu coração consiga ser.
Educa meu ser rebelde, Senhor!
Faz meu coração semelhante ao de Jesus. Igual, jamais será, mas espero que ele lembre Jesus.
É o que te peço nesta prece de filho...
bilhões de outros, existe um pequeno eu que sou eu. Fora de mim, todo mundo é outro. Por isso, não é o mundo, nem meu grupo, nem minha Igreja que precisam se ajustar aos meus sonhos, ideais e caprichos, e sim eu que preciso cantar minha canção em sintonia com todos. Enquanto não aprendermos a usar mais a palavra NÓS do que a palavra EU, estaremos longe da idéia da Criação. Deus não criou o mundo por causa de mim. Criou-me por causa dele e do mundo!
A maioria dos católicos costuma escrever as palavras Deus e Criação com D e C maiúsculos toda vez que expressam a sua fé em Deus. Quando nos referimos à sua obra colocamos o que Ele fez em maiúsculo. É para distinguir das criações humanas que são quase nada diante da Criação que Deus operou. Há que haver o respeito pela obra Dele se queremos que respeitem a nossa!
Toda vez que eu digo que Deus me criou, de certa forma estou me apossando do meu lugar na Criação. É bom, é salutar, é bonito que todo indivíduo possa usar essa expressão: "Fui criado. Estou sendo criado por Deus". Mas se a pessoa ficar só nisso, perderá de vista o objetivo da Criação. Deus não me pôs sozinho neste planeta.
Não me criou isolado numa ilha, distante de tudo e de todos: criou-me com os outros e para os outros. Por isso, toda vez que qualquer um de nós falar da Criação, precisa tomar muito cuidado com essas palavras - "EU" e "ME". Toda vez que falar de Deus, precisa moderar no uso da palavra EU. Eu e Jesus, eu e Deus, Deus me..., Jesus me... Podem se tornar uma faca de dois gumes. De tanto usar a primeira pessoa esquecemos porque Ele criou os outros. Desenvolvemos uma mística religiosa egoísta e fechada onde nos sentimos eleitos e escolhidos acima dos outros; onde o outro, coitado, ainda não chegou aonde chegamos; onde tudo só tem sentido se passar pela nossa experiência pessoal. A experiência do outro passa a valer menos do que a nossa. Por mais linda que seja a poesia, a canção e a oração do outro, não nos interessam. Só vale o que nosso grupo produziu. Falamos que é sintonia, mas na verdade é presunção de eleito. Nada pode ser bom se não passar pelo crivo do "eu e meu Deus". O que Deus fez pelos outros fica menos interessante do que o que Ele fez por mim e pelos meus amigos. Podemos até de vez em quando dizer isso, mas não podemos ficar nisso.
Logo a seguir tem que vir, "Criou-nos, amou-nos, escolheu-nos, chamou-nos". Criou-me no meio dos outros, com os outros e para os outros. A razão fundamental da nossa existência, não somos nós mesmos: é o outro. Viemos de um outro, unimos nosso ser ao de um outro ou uma outra. Se quisermos geraremos outros e voltaremos para o grande Outro que é Deus.
É porque dois outros, que são nosso pai e nossa mãe, se amaram que nós nascemos. Vivemos com nossos irmãos, que são outros; com amigos na escola, no trabalho, que são outros. Passamos na rua a todo momento cruzando pelo outro. No comércio servimos o outro; na indústria fabricamos para o outro; na estrada dirigimos perto do outro ou cruzamos com o outro... Nossa vida é cheia de outros e não teria nenhum sentido sair vida afora dizendo: "Eu sou, Deus me criou, Deus me fez". Seria "eu" demais onde o coletivo é que faz sentido!
Eu por eu, Deus poderia ter ficado sem criar. Se criou, é porque apostou em relacionamentos. "Me" e "eu" só são palavras bonitas quando ligadas à palavra "nós" e à palavra "outro". A razão de eu existir é o outro. Deus é um outro, meu pai é um outro, minha mãe é um outro ser. A razão de eu querer continuar vivo são os outros: uma pessoa que eu amo, um filho, um amigo, a namorada, o namorado, a mulher, o marido, os avós, nossa igreja...
O outro é o que dá sentido à minha vida. Pode também ser a causa da minha desgraça. Vou ter que saber conviver com essa pessoa. Se errei, ferindo-a, vou ter que saber pedir perdão. Se acertei, vou ter que saber passar isso a ela, para que amanhã essa mesma pessoa faça a mesma coisa que estou fazendo. Estamos irremediavelmente ligados a um outro. Não há como viver sem o outro. Por isso, o Deus que nos criou, criou-nos uns para os outros.
Oremos para entender essas coisas...

terça-feira, 26 de janeiro de 2010

Oceanos são feitos de gotas d'água...(reflita)


Bom dia pessoal,
Depois de mais de 2 meses sem publicar nada (o.0), hoje apresento-vos uma nova msg que encontrei na internet, cortesia da paulinas online.

Oceanos são feitos de gotas d'água...

Para ser ouvido, fale.
Para ser compreendido, exponha claramente as suas idéias sem jamais abrir mão daquelas que julga fundamentais apenas para que os outros o aceitem.

Acima de tudo, busque o prazer antes do sucesso, a auto-realização antes do dinheiro, fazer bem feito antes de pensar em obter qualquer recompensa.

Nenhum reconhecimento externo vai substituir a alegria de poder ser você mesmo: "status" é comprar coisas que você não quer com o dinheiro que você não tem a fim de mostrar para gente que você não gosta uma pessoa que você não é.

Nada tem graça se não for bom para o seu corpo, leve para o seu espírito e agradável para o seu coração.
Para conseguir, tente sem pensar que o êxito virá logo da primeira vez.

Cuide de ter saúde, energia, paciência e determinação para continuar tentando quantas vezes forem necessárias.

Mas ao perceber que já fez tudo o que pôdeou até mesmo um pouco além mude de alvo para não se tornar, em vez de um vitorioso, apenas mais um teimoso.

Para poder recomeçar sempre, perdoe-se pelos fracassos e erros que cometer, aprenda com eles e, a partir deles, programe suas próximas ações.

Nunca se deixe iludir que será possível fazer tudo num dia só ou quando tiver todos os recursos: tal dia nunca virá.

Para manter-se motivado, sonhe.
Para realizar, planeje, pensando grande e fazendo pequeno, um pouco a cada dia e todos os dias um pouco, porque são pequenas gotas d'água que fazem todo grande oceano.

Fonte: www.paulinas.org.br